5ª Publicação

 


Na minha anterior publicação disse-vos como é que todos os processos que tive de implementar na passagem da Olivetti até Diebold, passado pela Wang e pela Getronics, me ajudaram a que fosse recrutado para uma das maiores empresas nacionais.

Antes de o mencionar, gostaria de partilhar que todos os processos foram conseguidos por que dentro da subsidiária portuguesa mantínhamos o #idadismo, pois, no meu caso, sem a colaboração da minha assistente Anabela Ribeiro e da responsável pelos Recursos Humanos, Domingas Chaby. Ambas, na altura deveriam ter mais de 55 anos, mas toda a sua maturidade, experiência e sabedoria permitiram que tanto Eu como o Director Geral, conseguíssemos, apesar de todo o stress, executar os planos de reforma necessários sem que houvesse quebra de negócio, mas antes conseguirmos mais do que duplicar o volume negócio.

Depois deste parêntesis, e de toda minha evolução pessoal e profissional,venho então explicar qual o novo desfio para a qual fui recrutado. 



O projecto foi, exatamente o que está apresentdo na fotografia acima, para Director de Finanças da RTP.

Para mim, apesar da última cisão da subsidiária, quando da passagem da Getronics para a Diebold,  ter-me deixado desmotivado, pois passava, por decisão superior, a ter que gerir e liderar metade do volume de negócio que havia gerido nos últimos 5 anos, o convite para me juntar à Equipa das Direcções da RTP representou um Susto.

Um SUSTO, perguntas tu?

Sim, porque nunca havia tido contacto com uma empresa de capitais públicos e o que diferenciava na liderança e gestão de tal Direcção.

Quando entrei efectivamente na Direcção de Finanças da RTP a primeira pergunta que o meu colega dos Recursos Humanos me fez foi:

- Queres manter a actual assistente, sabendo que está casada com outro director da empresa?

Mais uma vez tive a visão e bom senso de dizer que aceitava mantê-la no cargo, pois independentemente das relações pessoais existem as relações profissionais, na qual foi claro e frontal na minha primeira conversa com a Ana.

Mais uma vez foi tão importante esta minha decisão e ter abraçado o #idadismo, pois ela tinha mais de 25 anos de experiência da Empresa e tinha-me tanto por ensinar.

Ensinar o quê?

A gerir a minha inteligência emocional, pois a principal capacidade que um profissional tem que ter, numa empresa de capitais públicos como a RTP, é saber gerir o que se chama “gestão de alcatifa”.

Mas havia sempre um risco. Se quiserem saber mais, estejam atentos à minha próxima publicação.

Vemo-nos amanhã

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